Lionel Scaloni deu o primeiro passo oficial para estender seu ciclo à frente da seleção argentina. O treinador se reuniu com Claudio Tapia no centro de treinamento da AFA, em Ezeiza, em um encontro confirmado pela própria entidade nas redes sociais. O vínculo atual vence em dezembro de 2026, e a conversa marca o início de uma negociação acompanhada com atenção por imprensa e torcedores.

Fontes próximas ao processo e reportagens locais apontam otimismo dentro da AFA após a primeira rodada de conversas. Veículos espanhóis mencionaram a possibilidade de um acordo que mantenha Scaloni até a Copa América de 2028, com até mais dois anos em discussão para chegar a 2030. A entidade, porém, ainda não oficializou prazos ou termos do novo contrato.

A continuidade do técnico, no papel, oferece vantagem clara: preserva um projeto construído desde 2018, com títulos importantes como as Copas Américas de 2021 e 2024, a Finalíssima e a campanha vitoriosa na Copa do Mundo de 2022, além do segundo lugar em 2026. Ao mesmo tempo, a derrota na final do Mundial deste ano torna as conversas mais sensíveis, ampliando a pressão por ajustes no comando e na gestão técnica.

Do ponto de vista esportivo, a definição tem impacto direto no planejamento da seleção — na renovação de elenco, nas convocações e na preparação para ciclos que incluem a Copa América de 2028 e o calendário até 2030. Politicamente, a AFA ganha tempo ao sinalizar boa vontade publicamente, mas terá de transformar o otimismo em garantias concretas se quiser evitar especulações sobre o futuro imediato do treinador.