Senegal caiu nas oitavas de final após perder por 3 a 2 para a Bélgica, em partida decidida na prorrogação em Seattle. A seleção africana vencia por 2 a 0 e foi alcançada nos minutos finais do tempo regulamentar; a virada belga forçou o tempo extra, quando um pênalti revisado pelo VAR selou a derrota.

O treinador Pape Thiaw evitou polemizar sobre a decisão da arbitragem e destacou a dor da eliminação. Em entrevistas após o jogo ele preferiu parabenizar os adversários e reconhecer que a equipe não conseguiu administrar a vantagem, citando também desgaste físico como fator na perda de controle do confronto.

O lance decisivo se desenrolou na prorrogação: aos 12 minutos houve um carrinho na área, com Tielemans caindo e pedindo pênalti. O árbitro de campo inicialmente não marcou; após a revisão do VAR, comandado por árbitro brasileiro, o vídeo recomendou a penalidade. Depois de nova checagem, o pênalti foi confirmado aos 16 minutos e convertido, dando números finais ao jogo.

A eliminação interrompe a campanha de Senegal, que deixa o torneio sem cumprir o objetivo de avançar mais uma etapa. Para a Bélgica, a vitória significa sequência nas oitavas e confronto contra o vencedor de Estados Unidos e Bósnia. No balanço, além da controvérsia sobre a marcação, fica a crítica esportiva à incapacidade de segurar vantagem e ao custo de desgaste físico no mata-mata.