As semifinais da Superliga Feminina de Vôlei foram marcadas por um momento de respeito e comoção nesta sexta-feira (17). Antes das partidas entre Minas Tênis Clube x Osasco e Sesc-Flamengo x Praia Clube, ginásios e atletas permaneceram em silêncio para prestar tributo a Oscar Schmidt, cuja morte repercutiu na imprensa internacional.
No confronto entre Minas e Osasco, o tributo antecedeu uma partida que terminou favorável ao Minas e empurrou a série para o jogo decisivo. No Maracanãzinho, a mesma cena — público e equipes em silêncio — reforçou a dimensão do ídolo para o esporte brasileiro e a reverência das principais torcidas.
Oscar Schmidt, que morreu aos 68 anos em decorrência de parada cardiorrespiratória após 15 anos de luta contra um tumor cerebral, deixa legado reconhecido internacionalmente. Foi um dos poucos brasileiros no Hall da Fama do basquete dos EUA e segue como maior pontuador da seleção e dos Jogos Olímpicos, com 7.693 e 1.093 pontos, respectivamente.
O tributo nas semifinais da Superliga uniu modalidades e evidenciou o impacto de Oscar além das quadras do basquete: a homenagem nas partidas de vôlei teve tom de agradecimento e lembrança, em um fim de semana esportivo em que a memória do atleta dominou boa parte da cobertura.