No clássico entre Botafogo e Vasco, disputado no Nilton Santos, o técnico Tite foi expulso em um lance que mudou o tom da partida. Aos 38 minutos, Tiquinho subiu e marcou de cabeça, a princípio igualando o jogo, mas a comemoração do treinador terminou em cartão vermelho depois que ele invadiu o gramado.

O árbitro Bruno Arleu apontou a expulsão assim que Tite entrou em campo. O lance seguiu em confusão: após o protesto do técnico e enquanto ele deixava o gramado, a equipe de arbitragem recebeu o sinal de impedimento e anulou o gol de Tiquinho. A sequência desorganizou o Botafogo, que não encontrou reação e acabou derrotado por 2 a 1.

Além da perda imediata do gol, a expulsão interrompeu o ímpeto da equipe em um momento decisivo. Tite manifestou contrariedade com o desfecho e reclamou da falta de eficácia do time, apontando que a ausência de efetividade pesou no resultado. Do lado esportivo, a confusão serviu para apagar a celebração e acelerar o fim das chances de recuperação do Botafogo.

O episódio — invasão do campo, cartão vermelho e posterior anulação do gol — virou o principal tema da partida e tende a repercutir nas análises da rodada. Para o Vasco, o resultado representa três pontos conquistados diante de um rival direto; para o Botafogo, fica a avaliação sobre disciplina e capacidade de resposta em momentos de pressão.