Torcedores da Noruega se concentraram e ocuparam a Ocean Drive, uma das vias mais famosas de Miami Beach, para realizar a remada viking na véspera do jogo contra a Inglaterra pelas quartas de final da Copa do Mundo. A coreografia sentada, que vem se repetindo entre torcidas nesta edição do Mundial, foi o centro da celebração.

Entre os presentes estava o ex-jogador Arne Riise, que ajudou a marcar o ritmo da multidão. Máscaras do atacante Erling Haaland apareceram entre os fãs, apagando a distância entre ídolo e torcida num gesto de apoio que viralizou nas redes sociais nos últimos dias.

A Noruega vive a melhor campanha de sua história no torneio e o confronto com a Inglaterra, marcado para as 18h (horário de Brasília), ganhou uma atmosfera festiva e de expectativa fora do estádio. A remada viking tornou-se símbolo de identidade e mobilização popular em torno da seleção.

Do ponto de vista esportivo, a mobilização em Miami traduz presença e barulho da torcida em solo norte-americano — elemento que pode influenciar o ambiente da partida e ampliar a visibilidade da equipe. É também um lembrete de que o Mundial, além do jogo, é palco de manifestações culturais que acompanham o desempenho em campo.