O Brasil voltou a vencer na sequência de amistosos pós-Copa: 4 a 2 sobre a Austrália, em Brisbane. Além do placar, a partida deixou sinalizações claras sobre o início deste ciclo: houve mais dinâmica ofensiva, aproveitamento em bolas paradas e aproveitamento de opções menos testadas até aqui — fatos que, em um placar de fantasy, se traduziriam em pontos relevantes.

Em simulação com os scouts do jogo, o lateral Vanderson seria disparado o maior pontuador do confronto, com 15.00, graças a um gol e quatro desarmes. Raphinha repetiu boa atuação e somaria 12.10 pontos (gol, desarme e duas finalizações defendidas). Vini Jr. apareceu em evolução: 11.20 no Cartola hipotético, com um gol e quatro faltas sofridas, evidenciando maior presença em jogadas ofensivas.

O meio Bruno Guimarães também se firmou entre os destaques, com 10.40 (gol, um desarme e três faltas recebidas), enquanto os estreantes Gabriel Bontempo e Mauro Júnior pontuaram de forma discreta — cada um com 5.50 — numa estreia considerada regular para quem vestiu a amarelinha pela primeira vez. Comparando com o empate no primeiro amistoso diante da mesma adversária, o balanço individual e coletivo aponta melhora.

A leitura prática é dupla: tecnicamente, há respostas positivas a mudanças e rodagem de elenco; politicamente, para o treinador e a comissão, números assim aliviam críticas sobre testes de formação. Resta ver se a seleção repete ou amplia esse rendimento no fechamento da Data Fifa, sábado contra a Índia, em Calcutá — partida que terá papel prático para confirmar tendência ou reabrir dúvidas.