O consultor de arbitragem Paulo Cesar de Oliveira analisou o lance do segundo gol do Fortaleza sobre o Palmeiras e apontou erro da equipe de vídeo. Segundo PC Oliveira, houve contato irregular em Flaco López no início da construção ofensiva que originou o gol de Rodriguinho, e o VAR, comandado por Paulo Renato Moreira da Silva Coelho, deveria ter solicitado a revisão ao árbitro Rafael Rodrigo Klein.

No entendimento do comentarista, a falta ocorreu em momento anterior à finalização e teria influência direta na sequência que resultou no gol. A avaliação técnica de PC Oliveira reafirma a preocupação sobre critérios de intervenção do árbitro de vídeo em lances de contato que antecedem jogadas decisivas.

Jogadores e comissão do Palmeiras protestaram de imediato, e o técnico Abel Ferreira também cobrou a marcação da falta ao longo da partida. Flaco López chegou a comentar o lance na saída para o intervalo, alimentando a contestação do lado alviverde logo após o gol.

Além do efeito imediato no resultado do confronto pelas oitavas da Copa do Brasil, o episódio reacende o debate sobre consistência do VAR e transparência na comunicação entre o vídeo e o árbitro em campo. Para o Palmeiras, a sinalização pública de um especialista aumenta a pressão por explicações; para a competição, levanta a necessidade de critérios mais claros na revisão de lances que definem partidas.