Segundo o jornal francês L'Équipe, Vinicius Júnior deverá se tornar, a partir de 2026/27, o jogador com o maior salário fixo da La Liga, recebendo cerca de 18 milhões de euros líquidos por ano — valor que, na cotação atual, supera os R$ 107 milhões. O avanço salarial faz parte da renovação assinada em 2023, que prevê um aumento escalonado ao longo do vínculo.
Hoje, o atacante já aparece entre os mais bem pagos do elenco do Real Madrid, com vencimentos estimados em aproximadamente 16 milhões de euros líquidos por temporada e remuneração bruta mensal na casa de 2,6 milhões de euros, patamar que vem sendo comparado ao de outras estrelas do mercado europeu.
O aumento consta na renovação assinada em 2023 e segue um modelo progressivo de reajustes.
Apesar do reajuste no salário fixo, o relatório destaca que Kylian Mbappé tende a manter ganhos totais superiores, graças a cláusulas de bônus e a uma fatia maior nos direitos de imagem. Outros nomes do futebol espanhol e do próprio Real — como David Alaba, Jude Bellingham e Robert Lewandowski — seguem também entre os mais bem remunerados da liga.
O movimento de escalonamento salarial sinaliza duas leituras: por um lado, confirma a prioridade do clube em amarrar jovens talentos que se tornaram referências; por outro, aumenta a pressão sobre a estrutura de folha e sobre negociações futuras, numa liga onde a gestão de custos salariais é tema recorrente. Para rivais e agentes, o teto estabelecido pelo Real pode servir de parâmetro nas conversas por renovação e transferências.
Em suma, o ajuste confirma a aposta do clube em manter Vinicius como peça central do projeto esportivo e comercial, mas também reacende o debate sobre sustentabilidade salarial e equilíbrio competitivo na La Liga. O aumento está legalmente previsto no contrato, mas tem efeitos práticos que vão além do campo.
Mesmo com o salário fixo maior, Mbappé pode seguir à frente nos ganhos totais por causa de bônus e direitos de imagem.