Vini Jr. consolidou-se como o jogador mais requisitado da Seleção no mercado publicitário. Reportagens apontam contratos com 19 marcas que somam cerca de R$180 milhões, e a cobertura do Mundial sugere movimentação próxima a R$200 milhões em exposição e ativações. A presença diária do atacante em comerciais, outdoors e redes transforma-o no rosto mais visível do Brasil no torneio.
A administração da carreira tem papel central: a Roc Nation, empresa do rapper Jay‑Z, estrutura parcerias globais que extrapolam o campo. Das 19 marcas, 18 têm acordos considerados de longo prazo; seis fecharam ações próximas à Copa e há ainda uma ativação pontual de grande destaque — a associação inédita de um jogador de futebol à Apple, segundo o levantamento.
O fenômeno é impulsionado por audiência digital. Vini acumula 62,3 milhões de seguidores no Instagram e lidera rankings de engajamento entre perfis brasileiros; fechou também acordos com o TikTok antes do Mundial. Executivos que gerem sua carreira destacam a combinação entre resultados em campo, estratégia de conteúdo e parcerias como fator de alcance internacional.
O saldo para o jogador e para as marcas é claro: receita e visibilidade em escala global. Mas a transformação em marca exige gestão rigorosa — excesso de exposição pode levar a saturação e conflitar com calendário esportivo. Para patrocinadores e para a própria Seleção, o desafio será equilibrar ativação comercial e desempenho esportivo sem desgastar a imagem construída durante a Copa.