A cena foi simples e viralizou: após o primeiro gol do Flamengo, Caio, de 12 anos, comemorou bem em frente a uma das câmeras do Maracanã e teve suas fotos comparadas nas redes sociais ao ídolo Zico. Presente no setor de cadeiras cativas com o pai, Diogo, o garoto acabou transformando uma celebração espontânea em assunto do dia.
Ao voltar para a escola, Caio se tornou alvo de brincadeiras e pedidos de foto dos colegas. O impacto da exposição foi imediato, mas a família relativiza: Diogo relata que a semelhança já era tema entre torcedores no estádio e que, mesmo assim, não esperava a proporção do alcance nas redes. Eles moram na Freguesia, em Jacarepaguá, e garantem que costumam acompanhar os jogos no Maracanã.
Não foi a primeira vez que o menino chamou atenção: anos atrás ele já era lembrado como 'Gabigolzinho' por imitar o estilo do atacante e participar de conteúdos da torcida. Hoje, entre risos e fotos, Caio alimenta desejos mais concretos — entrar no gramado ao lado dos jogadores e assistir a uma final da Libertadores ao vivo, ambições que dependem do desempenho do time.
Com o Flamengo nas quartas da Libertadores, pai e filho já planejam voltar ao Maracanã e apostam em enfrentar o Independiente del Valle — adversário que venceu a primeira partida por 1 a 0. Se a ideia de amuleto tem valor real, ficará por conta dos próximos jogos; por ora, o fenômeno é uma história de torcida, família e redes sociais.