O clássico no Mineirão teve decisão determinante do árbitro Flávio Rodrigues a partir de recomendação do VAR. No primeiro tempo, uma disputa na área do Cruzeiro envolvendo Minda e Kaiki Bruno foi inicialmente interpretada como lance normal pelo juiz, que acabou revendo a jogada após sinalização do vídeo.

O árbitro de vídeo, Rodrigo Guarizo, entendeu que havia contato que justificava a interferência e orientou a checagem. No monitor, Flávio acatou a avaliação e assinalou pênalti por um toque considerado imprudente do lateral do Cruzeiro — entendimento que alterou o curso imediato da partida.

Maycon cobrou a penalidade e marcou o segundo gol do Atlético, ampliando vantagem em campo. O episódio voltou a colocar sob foco a influência do VAR em lances de natureza física na área, tema recorrente entre técnicos e torcidas quando decisões do árbitro de vídeo mudam atitudes tomadas inicialmente pelo juiz de campo.

No segundo tempo houve nova controvérsia envolvendo Kaiki Bruno: após uma entrada sobre Natanael, o árbitro mostrou inicialmente cartão amarelo, mas voltou ao monitor a pedido do VAR e transformou a punição em expulsão por jogada considerada de maior gravidade. O lance ocorreu com o Atlético vencendo por 3 a 0 e inflamou reclamações do lado do Cruzeiro.