O ex-jogador Oscar Schmidt, referência do basquete brasileiro e apontado como o maior cestinha da história do país, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. A Prefeitura de Santana de Parnaíba informou que o óbito foi causado por uma parada cardiorrespiratória. Segundo a administração municipal, ele passou mal em sua residência no distrito de Alphaville e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, onde chegou sem vida.
A família divulgou nota nas redes sociais comunicando que a despedida ocorreu em cerimônia privada, reservada a parentes próximos, e pediu respeito à privacidade neste momento. A prefeitura também divulgou mensagem de pesar, ressaltando a importância de Oscar para o esporte nacional.
Desde 2011, Oscar enfrentava um câncer no cérebro. Ao longo dos anos passou por cirurgias e sessões de quimioterapia; em 2022, decidiu interromper o tratamento. O ex-jogador também relatou episódios anteriores de problemas cardíacos e arritmia, incluindo um episódio grave em que precisou de atendimento e reanimação, segundo relatos feitos por ele em entrevistas anteriores.
O legado esportivo de Oscar Schmidt é lembrado por sua capacidade de pontuar e por ser uma referência para várias gerações do basquete brasileiro. Ele deixa a esposa Cristina e os filhos Felipe e Stephanie. A morte do ícone marca perda sensível para o esporte do país e deve provocar homenagens de clubes, ex-companheiros e torcedores.