Aliados da pré-campanha de Flavio afirmam perceber uma reação em trackings internos e dizem que os indicadores mais recentes mostram movimento de recuperação. A coordenação interpreta os sinais como recuperação de parte do espaço perdido e tem reajustado prioridades de comunicação e mobilização.
Na avaliação da equipe, os levantamentos caseiros servem como termômetro para decidir ritmo e foco da pré-campanha, mas não substituem pesquisas públicas. A conversão desse impulso depende de ampliar exposição para além da base e de evitar episódios que possam reverter a tendência.
Politicamente, os relatos de melhora têm efeito duplo: servem para energizar apoiadores e, ao mesmo tempo, recolocar o nome na agenda dos concorrentes. Para adversários e aliados, os trackings internos funcionam como sinal para calibrar mensagens, acordos e estratégias em direção a 2026.
A aposta oficial é que o crescimento se reflita em próximas pesquisas públicas. Há, porém, um risco claro de otimismo prematuro: sem confirmação externa, a percepção de recuperação pode não resistir à fiscalização de institutos independentes e à volatilidade do eleitorado.