Durante o debate entre presidenciáveis promovido pela Band, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) não têm disposição para enfrentar debates porque não conseguem explicar o envolvimento em diversos escândalos. A crítica foi dirigida ao eleitorado, enquanto outros participantes do encontro incluíam Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão).

Caiado questionou por que a população continuaria a sustentar candidaturas que, segundo ele, já foram testadas no exercício do poder. Sem usar as mesmas palavras da declaração original, o candidato resumiu a proposta como um alerta contra a repetição de nomes e práticas políticas que, em sua avaliação, não trouxeram respostas suficientes sobre acusações e episódios problemáticos.

No palanque do debate, o candidato aproveitou para apresentar pautas centrais de sua campanha: aposta em crescimento econômico com responsabilidade fiscal, prioridade à qualidade da educação, reforço da saúde pública e endurecimento da segurança. Pediu aos eleitores que deem uma chance a alternativas que prometem romper com modelos anteriores.

Do ponto de vista político, o ataque busca explorar desgaste e forçar uma narrativa de renovação: se ausências de nomes de peso em debates persistirem ou se explicações sobre escândalos não forem apresentadas com clareza, o espaço para adversários que se posicionam como mudança tende a crescer. Resta ver se a estratégia de pressão eleitoral mudará a dinâmica nos próximos encontros entre candidatos.