Quatro candidatos disputam o governo de Alagoas nas eleições deste ano, num eleitorado composto por 2.441.794 pessoas aptas a votar. Do total, 53% são mulheres e 47% homens; entre os que declararam cor ou raça, 70,85% se identificaram como pardos, 19,93% como brancos, 7,81% como pretos, 0,89% indígenas e 0,52% amarelos. O pleito do primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

A lista de candidatos, em ordem alfabética conforme aparece na urna, reúne: JHC (João Henrique Holanda Caldas, PSDB), Lenilda Luna de Almeida (UP), Márcio Ferreira Jambo Sobrinho (DEMOCRATA) e José Renan Vasconcelos Calheiros Filho (MDB). Além do governador, os eleitores votarão para presidente, dois senadores, deputado federal e estadual; as chapas de senador incluem um titular e dois suplentes.

Com quatro nomes na disputa, o cenário eleitoral admite a possibilidade de segundo turno em 25 de outubro caso nenhum alcance mais de 50% dos votos válidos — regra que molda estratégias e pressiona por alianças. Do ponto de vista prático, a composição demográfica do eleitorado e a necessidade de obter maioria estimulam campanhas mais segmentadas e acordos políticos no prazo pré-eleitoral.

O calendário e os números oficiais mostram que a disputa em Alagoas exigirá atenção à mobilização e à formação de palanques regionais. Observadores e partidos deverão acompanhar a evolução das candidaturas, negociações e eventuais coligações, que serão determinantes para evitar ou garantir a decisão já no primeiro turno.