Nas eleições de 2026 o eleitor vai escolher candidatos para seis cargos. A ordem de votação segue a lógica da urna eletrônica: em cada cargo o eleitor digita o número, confere foto e nome, e só então deve confirmar a escolha. Entender essa sequência é básico para evitar erros que podem transformar um voto válido em nulo.

Após digitar os dígitos do candidato, é preciso pressionar a tecla CONFIRMA para que o voto seja registrado. Caso perceba um equívoco antes de confirmar, o eleitor deve usar CORRIGE e refazer apenas aquele voto; para votar em branco, tocar BRANCO e depois CONFIRMA. A novidade da urna deste ano é uma barra de progresso no topo da tela que mostra os cargos já votados e os que ainda faltam, ferramenta pensada para reduzir dúvidas na cabine.

A eleição para o Senado merece atenção especial: ocorre renovação de dois terços da Casa, portanto cada eleitor terá de escolher dois nomes distintos para senador. Não é permitido registrar voto duplo no mesmo candidato; a exigência de apontar dois escolhidos altera a dinâmica do ato eleitoral e pede cuidado extra ao confirmar as opções.

Outro ponto prático que merece aviso: digitar apenas o número de legenda (dois dígitos) não permite o prosseguimento normal da votação; caso a urna registre um número inválido e o processo siga, o voto será computado como nulo para aquele cargo. Essa configuração, aliada ao maior volume de escolhas, aumenta o custo do erro em disputas apertadas — por isso, confira sempre foto, nome e a barra de progresso antes de apertar CONFIRMA.