Os brasileiros vão às urnas neste domingo (25). Segundo a Justiça Eleitoral, cerca de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a votar; a votação ocorre entre 8h e 17h (horário de Brasília). A escolha do presidente da República é o foco nacional, mas o pleito tem reflexos diretos sobre governabilidade e relação entre União e estados.

Em cinco estados e no Distrito Federal haverá também segundo turno para governador. Nesses locais, a ordem na urna eletrônica é diferente: o eleitor digita primeiro o número do governador e confirma; depois vota para presidente. Nas demais unidades, a votação começa pelo cargo de presidente. Onde o governador já foi eleito no primeiro turno, o eleitor vota apenas para presidente.

A variação na ordem de votação exige atenção do eleitor para evitar erros: é preciso checar o número do candidato e confirmar o voto no momento correto. A urna eletrônica mantém o mesmo fluxo técnico, mas mudanças no primeiro cargo exibido podem gerar dúvidas, sobretudo entre eleitores menos familiarizados com o equipamento. Fiscalização e observação do processo seguem essenciais para transparência.

Além do resultado imediato, a votação influenciará a capacidade de articulação do próximo presidente com governadores e com o Congresso, com impacto em prioridades como responsabilidade fiscal e execução de políticas públicas. O desfecho também servirá como termômetro político para partidos e coalizões nas próximas disputas nacionais e estaduais.