O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou nota nesta sexta-feira em que lamentou a morte do ex-jogador Oscar Schmidt e enalteceu o legado do atleta. Na mensagem, o parlamentar definiu o ex-pivô como o maior ídolo do basquete nacional e ressaltou qualidades pessoais que, segundo ele, devem servir de exemplo às novas gerações.

Oscar construiu carreira que entrou para a história do esporte brasileiro: ficou conhecido como 'Mão Santa' pela precisão nos arremessos, participou de cinco edições dos Jogos Olímpicos e teve papel central na vitória sobre os Estados Unidos no Pan-Americano de 1987, em Indianápolis. Também integrou a equipe que conquistou o bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas, feitos frequentemente lembrados por especialistas e admiradores da modalidade.

Na nota de pesar, Flávio destacou disciplina, determinação e amor à pátria como marcas do ex-atleta e endereçou condolências a familiares e amigos. Gestos desse tipo são rotineiros entre autoridades quando figuras públicas de grande projeção morrem, combinando reconhecimento público e apelo simbólico a valores compartilhados pela sociedade.

Politicamente, a manifestação reafirma uma estratégia comum a pré-candidatos: vincular-se a referências nacionais amplamente respeitadas para reforçar imagem pública. Trata-se de um movimento de curto alcance — prestar homenagem não gera, por si só, efeitos eleitorais decisivos — mas que dialoga com um eleitorado sensível a símbolos de disciplina e patriotismo, tema caro ao núcleo conservador que Flávio busca consolidar.