Brasília, DF — O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes afirmou neste sábado que os ataques à integridade das urnas eletrônicas são “em vão” e que revelam “intenções espúrias ou alheamento da realidade de quem as propaga”.
Em publicação no X, Mendes defendeu o sistema eleitoral que, segundo ele, garante eleições limpas há 30 anos e possui uma “reputação de excelência” que "não será tisnada por aleivosias como essas". O ministro citou relatórios de missões internacionais: a OEA enviou 179 observadores e atestou que não tinha dúvidas sobre os dados oficiais, e o Carter Center qualificou o processo como “bem-organizado e transparente, com oportunidades de fiscalização por partidos políticos e eleitores”.
em vão
Mendes descreveu também os mecanismos de auditoria adotados pelo TSE: testes de autenticidade e de integridade do software, conferência voto a voto em seções sorteadas e procedimentos com e sem biometria. Ele frisou que partidos, Ministério Público, Defensoria e OAB podem escolher e acompanhar as urnas testadas, e que auditores do TCU monitoraram as operações, transmitidas ao vivo.
O ministro lembrou que, com o mesmo sistema, o Partido Liberal elegeu em 2026 as maiores bancadas da Câmara e do Senado e seis governadores, e concluiu que "a sociedade brasileira sabe apartar as bravatas do discurso sério e responsável".