O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi submetido nesta sexta-feira a uma mini‑cirurgia em São Paulo para a retirada de uma lesão no couro cabeludo. A intervenção foi planejada e ambulatorial; a equipe médica relatou que correu sem intercorrências e que o chefe do Executivo deixou a unidade no mesmo dia, com recomendação de repouso por alguns dias.
Segundo os profissionais que acompanharam o procedimento, a lesão foi identificada como basocelular, um tumor de pele bastante comum, associado à exposição solar. A dermatologista responsável realizou a retirada do tecido, que foi encaminhado para biópsia para confirmação anatomo‑patológica. Paralelamente, o presidente recebeu uma infiltração na mão direita para tratamento de tendinite.
A equipe médica orientou cuidados locais: curativos regulares, uso de proteção — como chapéu — e evitar eventos de grande porte até a cicatrização, estimada em cerca de um mês para a ferida cirúrgica. Os médicos disseram que não haverá uso de medicação que impeça o exercício das funções presidenciais e que a rotina oficial deve seguir com ajustes pontuais para reduzir exposição física em atividades públicas.
O procedimento, acompanhado pela primeira‑dama, foi apresentado pela assessoria como de baixa gravidade e sem impacto na condução do governo. Do ponto de vista político, trata‑se de uma questão médica rotineira, mas a necessidade de cuidados e a recomendação de evitar grandes compromissos nos próximos dias podem reduzir a agenda pública do presidente em curto prazo.