O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, chegou ao colégio eleitoral do Lago Sul antes das 8h e votou logo após a abertura das urnas. Antes de registrar seu voto no Colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, acompanhou a emissão da chamada zerésima, documento que comprova a inexistência de votos registrados nas máquinas antes do início da votação.

A zerésima é utilizada rotineiramente para atestar que as urnas eletrônicas e o sistema de totalização não trazem votos pré-computados. Ao acompanhar a impressão e a assinatura da ata, Nunes Marques buscou dar visibilidade ao procedimento técnico que, dentro da rotina da Justiça Eleitoral, serve como garantia de integridade do processo de apuração.

Amanhecemos o dia hoje com a segurança de que as eleições vão transcorrer na maior normalidade

Ao deixar a seção após votar, o presidente do TSE declarou que “amanhecemos o dia hoje com a segurança de que as eleições vão transcorrer na maior normalidade”. O gesto — acompanhar a zerésima e falar com a imprensa — tem caráter simbólico: reforça, publicamente, a narrativa institucional de transparência e de funcionamento regular das urnas no dia do pleito.

Embora seja domiciliado em Teresina (PI), o ministro solicitou voto em trânsito para participar da votação em Brasília, o que lhe permitiu cumprir a agenda no Distrito Federal. Mais que um ato pessoal, a presença de Nunes Marques na abertura das urnas funciona como rotina de verificação institucional e como resposta às expectativas de observância do procedimento eleitoral.