Neste domingo, o país volta às urnas para o segundo turno das eleições. Em cinco estados e no Distrito Federal os eleitores terão de escolher, na sequência, primeiro o governador e depois o presidente da República. Nas demais unidades da federação onde o governo já foi definido no primeiro turno, a urna apresentará apenas o cargo de presidente.

A sequência importa na hora do voto: quando houver disputa para ambos os cargos, o eleitor deve informar os dois dígitos do candidato a governador, confirmar, e só então digitar e confirmar os números do candidato a presidente. Onde só se vota para presidente, a operação é única — dois dígitos e confirmação. Atenção à checagem prévia dos números para evitar voto em branco ou nulo por engano.

A Justiça Eleitoral permite levar uma colinha de papel com os números anotados. Por outro lado, aparelhos eletrônicos não podem entrar na cabine: celular, relógio inteligente, câmeras ou óculos com função de filmagem devem ser entregues aos mesários antes da votação. O objetivo declarado é resguardar o sigilo e impedir tentativas de comprovação da escolha feita na urna; quem se recusar a entregar o aparelho pode ser impedido de votar naquele momento, com registro na mesa receptora.

Para agilizar, leve documento oficial com foto; o título não é obrigatório, mas o aplicativo e‑Título pode acelerar a identificação e informar zona e seção. Confira também, na véspera, o local de votação atualizado. A atenção a essas regras reduz riscos de contratempos que podem atrasar ou inviabilizar o exercício do voto.