Os eleitores do Acre voltam às urnas em outubro de 2026 para eleger o próximo governador do estado para o quadriênio seguinte. A lista de pré-candidatos já coloca na mesa temas centrais de gestão — saúde, educação e segurança — e revela um quadro político marcado por dispersão de forças e movimentações partidárias que podem influenciar alianças e estratégias até o registro definitivo das chapas.

Entre os nomes em disputa estão a atual governadora Mailza Assis (Progressistas), que busca a reeleição com a ex-deputada federal Jéssica Sales (MDB) como candidata a vice e número 11; o senador Alan Rick, representante do Republicanos, cuja candidatura foi oficializada em convenção em 25 de julho de 2026, com Ricardo Leite (Rico Leite) como vice e o número 10; Tião Bocalom, que deixou o PL em março de 2026 e teve a candidatura homologada pelo PSDB em 31 de julho, com Sargento Adonis na vice e número 45; Thor Dantas, oficializado pelo PSB com Socorro Rodrigues (Podemos) como vice e número 40; Francisco das Chagas Conceição da Silva (Dr. Luisinho), do Agir, com Daniela Paiva como vice e número 36; e Jamyr Rosas, do PSOL, que concorre com o número 50.

Do ponto de vista político, o quadro tem implicações claras: a presença do incumbente e de figuras com expressão federal, como um senador, além da transferência de Tião Bocalom para o PSDB, tende a fragmentar o eleitorado e a complicar a estratégia governista. Esse arranjo aumenta a probabilidade de um segundo turno e pressiona as candidaturas a formarem coligações mais amplas para garantir competitividade, sobretudo num estado onde alianças regionais ainda pesam muito.

A lista foi construída a partir das articulações partidárias e das convenções realizadas até o momento e pode ser atualizada até o registro oficial junto ao Tribunal Superior Eleitoral. A reportagem contou com auxílio de ferramenta de inteligência artificial sob supervisão editorial humana.