Sete candidatos disputam o governo do Rio Grande do Sul nas eleições deste ano, num universo de 8.526.233 eleitores aptos a votar. Do total do eleitorado, 53% são mulheres e 47% homens — um dado relevante para as estratégias de campanha e para a segmentação do eleitorado nas diferentes regiões do estado.

Sobre cor e raça, o material-base aponta que apenas 16,09% dos eleitores declararam esse quesito. Entre esses, 17,1% se identificam como pardos, 74,37% como brancos e 7,79% como pretos. A baixa taxa de declaração amplia a incerteza sobre como recortes sociais e raciais influenciarão a disputa em setores específicos do eleitorado.

O primeiro turno ocorre em 4 de outubro, quando também serão escolhidos deputados (federal e estadual), dois senadores e presidente da República, com seus vices. Se nenhum candidato a governador ou presidente obtiver mais de 50% dos votos válidos (excluídos brancos e nulos), o segundo turno está marcado para 25 de outubro. A chapa de senador terá um titular e dois suplentes, conforme a regra eleitoral.

A lista de candidatos ao governo, apresentada em ordem alfabética segundo o nome na urna, inclui: Cesar Pontes (PCO); Gabriel Souza (MDB); Marcelo Maranata (PSDB); Priscila Voigt (UP); e Rejane de Oliveira (PSTU). O material-base informa que o total de concorrentes é sete, embora nem todos os nomes tenham sido detalhados na relação fornecida.

Do ponto de vista político, a existência de sete candidaturas formaliza um quadro competitivo e fragmentado, que tende a ampliar a probabilidade de segundo turno e exigirá negociações e coligações pós‑primeiro turno. A necessidade de ampliar palanques e atrair eleitores indecisos colocará pressão sobre estratégias de campanha, foco em programas temáticos e definição de alianças estratégicas — fatores decisivos para quem buscará viabilizar uma transição administrativa viável.